Estamos no Outono e as folhas, a chuva, as coisas…que caem, continuam a cair. Tal e qual como eu, que caí, também este Outono.
Mas a nós que caímos, juntaste-te tu. Tu também caíste, este Outono, e acabaste num buraco.
A chuva que cai, também faz buracos, mas as folhas quando caem, poisam lá de mansinho, quase como se fosse dar um beijinho.
Eu caí, mas “cai de bruto”. As folhas não me poisaram, não me desafogaram. Eu fiz um buraco quando caí, e tu, este Outono, também embocaste nele.
Será que eu sou a chuva do Outono, que faz buracos e tu as folhas que poisam de mansinho? Mas coisas como nós, não estão destinadas a cair juntas, porque figuras como nós, não têm usos comuns...embora, não só no Outono.
Mas a nós que caímos, juntaste-te tu. Tu também caíste, este Outono, e acabaste num buraco.
A chuva que cai, também faz buracos, mas as folhas quando caem, poisam lá de mansinho, quase como se fosse dar um beijinho.
Eu caí, mas “cai de bruto”. As folhas não me poisaram, não me desafogaram. Eu fiz um buraco quando caí, e tu, este Outono, também embocaste nele.
Será que eu sou a chuva do Outono, que faz buracos e tu as folhas que poisam de mansinho? Mas coisas como nós, não estão destinadas a cair juntas, porque figuras como nós, não têm usos comuns...embora, não só no Outono.
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