Todos estampam o seu amor em um tom de pincel – eu matizava um amor e um reconhecimento.
A ti, minha benquerença, tingia-te de vermelho a fugir para o castanho; eras parte da minha estação fria que condizia no teu guia. Ao meu reconhecimento, eu dava-lhe o sol – era a atracção da preocupação. E isto rima com irmão.
A dor de escolher dois peculiares era mais dura, que continuar na febre da ânsia da divisão, nas doenças do coração. Então permanecia-mos: eu, tu e ele.
Esperava que o tempo amigo da dor, se encarregasse de avisar quando as pigmentações se cansassem.
Mas ensinaram-me mal; As cores não se cansam, saturam-se. Como o tempo que não cura, arrasta. Nós éramos membranas interligadas aos pares que estavam a perder a força com erosão da união. Era uma luta de machos em que a rapariga era o meio mas nunca a justificação.
Cada um visava mostrar a sua estação – se o amarelo cativava ao bem-estar e alegria; o vermelho puxava para o amor, o único que a vida tem programado para nós. Era mais fácil permanecer, cansada, imprudente e doente do que ficar sem.
Mas dois é bom, três já é demais.